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Recomendações e Orientações para o Diagnóstico, Investigação e Abordagem Terapêutica do Transtorno do Espectro Autista (atualização)

Em outubro último, a Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI) lançou um documento que aborda as "Recomendações e Orientações para o Diagnóstico, Investigação e Abordagem Terapêutica do Transtorno do Espectro Autista (atualização)". Esse documento lista os 12 comportamentos, interesses fixos e restritos mais comuns em crianças autistas. Para ler o documento basta clicar aqui

No vídeo abaixo Lucelmo Lacerda apresenta cada um deles que nós listamos abaixo. 

  1. estereotipias motoras ou vocais;
  2. alinhar, girar ou demais movimentos repetidos com objetos;
  3. sofrimento ou desconforto frente às mudanças;
  4. dificuldade com transições de ambientes ou atividades;
  5. padrões rígidos de pensamento e comportamento;
  6. rituais de saudação e outros contextos;
  7. necessidade de fazer outros caminhos ou outros padrões de rigidez
  8. interesse extremo ou restrito a um assunto - hiperfoco;
  9. apego incomum a determinado objeto;
  10. hipo (pouca) ou hiper (muita) reatividade aos estímulos sensoriais, como texturas e barulhos;
  11. cheirar ou manipular objetos
  12. seletividade alimentar em padrões atípicos (incomuns)
Atualizações como estas são importantes para que tenhamos um direcionamento amplo e unificado de como estes profissionais precisam atuar para o Diagnóstico, Investigação e Abordagem Terapêutica do Transtorno do Espectro Autista. Pode parecer bobagem para algumas pessoas com entendimento mais amplo sobre o autismo, mas não é. Informações de como proceder para o diagnóstico ajudam os médicos a fazerem Diagnósticos mais precisos e tendem a ajudar numa uniformização dos procedimentos realizados por esses médicos.

No vídeo abaixo Lucelmo Lacerda apresenta os 12 itens caso você queira um esclarecimento mais rápido sobre a quê cada um deles se refere. 



Descrição do vídeo

Quais são os comportamentos e interesses restritos mais comuns em crianças autistas? Neste vídeo, Lucelmo Lacerda explica de forma clara e objetiva os 12 padrões mais frequentemente descritos na literatura científica, ajudando pais, professores e profissionais a entenderem o que de fato caracteriza o Transtorno do Espectro Autista. Ao longo do vídeo, ele aborda desde prejuízos na comunicação social, movimentos repetitivos e sofrimento diante de mudanças, até hiperfocos intensos, padrões rígidos de pensamento, seletividade alimentar e alterações na sensibilidade sensorial. Lucelmo também esclarece por que esses comportamentos não devem ser interpretados como “manias”, “birra” ou falha na educação, mas sim como manifestações clínicas do desenvolvimento neurológico. Um guia direto, baseado em ciência, para reconhecer esses padrões com mais precisão, reduzir julgamentos equivocados e promover intervenções mais adequadas e respeitosas. Recomendações e Orientações para o Diagnóstico, Investigação e Abordagem Terapêutica do Transtorno do Espectro Autista: https://sbni.org.br/recomendacoes-e-o... Plataforma de cursos Luna ABA: https://lunaeducacao.com.br/ Conheça nossa Pós Graduação em Intervenção ABA para Autismo e Deficiência Intelectual: https://cbiofmiami.com/cbi-solidario/... Livro Crítica a Pseudociência em Educação Especial https://www.lojalunaaba.com/produtos/... Professor, pesquisador na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, UNC, Doutor em Educação pela PUC-SP, com Pós Doutorado em Psicologia na UFSCar, psicopedagogo e professor da Especialização do CBI of Miami. Também atuou na formulação de Orientações Específicas para o Público da Educação Especial: Atendimento de Estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) - Parecer 50 do CNE. Além disso, é autor dos livros "Transtorno do Espectro Autista: uma brevíssima introdução" e "Crítica à Pseudociência em Educação Especial". Email para contato: secretaria@lunaeducacao.com.br Clínica de Intervenção Luna ABA: http://lunaaba.com.br/​ Rede sociais Instagram: www.instagram.com/lucelmo.lacerda/ www.instagram.com/aba.luna.autismo/ Facebook: www.facebook.com/prof.lucelmo/ www.facebook.com/lunaabaBR/ Endereço para correspondência: Av. Dep. Benedito Matarazzo, 7981 - Vila Betania, São José dos Campos - SP, 12242-010

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10 Sinais de Autismo em Adultos e Adolescentes [FAÇA O TESTE]

Diferentemente do que se muita gente pensa autismo não é uma característica apenas de bebês e crianças, mas sim de quaisquer idades. E sim, muitos adultos estão descobrindo que são autistas apenas agora, depois dos 20, 30 40 anos. 

E, não, não tem problema algum em receber o diagnóstico agora. Para muitos isso é libertador, pois esses adultos começam a se identificar, começam a se entender melhor, a se perdoar, a procurar orientação de como lidar melhor com algum situação que os afligem. 


Descrição do vídeo

Conheça nossa Pós-Graduação em ABA, agora reformulada, com novos Professores (100% Mestres e Doutores): https://www.cbiofmiami.com/pos-aba
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Será que você tem Autismo? Bom, essa é uma dúvida que ocorre com muitas pessoas que apresentam algumas "dificuldades" na fase adulta e não receberam um diagnóstico quando criança. Portanto, a Universidade de Cambridge realizou uma atualização de um antigo rastreio utilizado AQ -  Autism Spectrum Quotient criado por Simon Baron-Cohen, nomeado agora após sua atualização como AQ-10. Esse protocolo de rastreio apresentam 10 sinais de Autismo onde é estabelecido uma pontuação ao final indicando se você apresenta traços de uma pessoa com TEA - Transtorno do Espectro Autista, sinais que se estiverem presentes, alertam uma possível consulta com um profissional de saúde para realizar uma avaliação diagnóstica.
No vídeo de hoje, Lucelmo Lacerda irá trazer esse protocolo de rastreio apresentando esses 10 sinais de Autismo e ensinando como realizar o teste para chegar em uma pontuação final. Confira!

O Quociente do Espectro do Autismo (AQ): Evidências da Síndrome de Asperger/Autismo de Alto Funcionamento, Homens e Mulheres, Cientistas e Matemáticos
https://link.springer.com/article/10....

Autism Spectrum Quotient –  AQ-10

ADIR

ADOS-2

Lucelmo Lacerda é Professor, Doutor em Educação pela PUC-SP com estágio pós-doutoral em Psicologia na UFSCar, Psicopedagogo, Professor da Especialização em ABA do CBI of Miami e da Especialização em Autismo da Universidade Federal de Tocantins, atuou como especialista no Grupo de Trabalho do Conselho Nacional de Educação Especial - CNE para a elaboração de novas Diretrizes Nacionais de Educação Especial.

Para adquirir o livro Transtorno do Espectro Autista: uma brevíssima introdução, do Prof. Lucelmo Lacerda: https://produto.mercadolivre.com.br/M...

Email para contato: lucelmolacerda@gmail.com
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22 sintomas e sinais de Autismo em bebês e crianças [PELOS NEUROLOGISTAS]

 O meu filho foi diagnosticado aos 2 anos e 9 meses. E, para mim, isso foi mais tarde do que poderia ou deveria. Hoje ele está com 8 anos e faz terapias que são um divisor de águas para ele. Não gosto nem de pensar como ele estaria sem as terapias.


Quanto antes tiver o diagnostico, antes pode-se ter o início do tratamento e MUITO melhores serão os resultados.


Um parcela dos pais não quer acreditar que o seu filho ou sua filha pode ser autista. Uma parcela da família vai dizer que a criança é (ou não) autista. Vizinhos, parentes, amigos, pessoas estranhas na rua vão afirmar que tem certeza de que sua criança (não a deles) é autista. E sabe quem é quem realmente pode afirmar isso? O médico. Ninguém mais.

Mas se eu soubesse do que esse vídeo abaixo mostra antes do diagnóstico do meu filho, eu teria procurado com muito mais empenho saber o que é que ele tinha. E meu esposo e eu procuramos. Procuramos fonoaudióloga, médicos pediatras, mas todos eles (sem conhecimento específico sobre o autismo) diziam coisas como "menino fala depois mesmo"; "cada criança tem um ritmo"; "besteira essa sua preocupação, daqui a pouco seu filho vai tá falando pelos cotovelos"; "seu filho não é autista, tá vendo, ele se reconhece na frente do espelho". Nenhum deles sabia o que estava falando. Nenhum deles tinha estudado realmente o mínimo sobre o autismo.

Então, para que você possa fazer o que eu fiz, de procurar um médico que realmente tenha estudado sobre o autismo, assista a esse vídeo. Se a dúvida surgir se sua criança é ou não autista, procure, mas procure um médico que tenha estudado sobre o autismo para que ele (ou ela) possa lhe dar um diagnóstico correto. Lembre-se é melhor buscar a certeza, e sim, o tratamento tem resultados muito melhores quando ele for iniciado antes.



Autismo nível 3 - Severo

Chegou a vez de falar do nível 3 de autismo. E, como fizemos antes colocamos abaixo vídeos do canal do médico Drauzio Varella e de Lucelmo Lacerda. Sempre damos prioridade para o que é apontado por médicos e especialistas reconhecidos em todo o Brasil. E preferimos começar com os médicos quando assim é possível, claro, pois é com eles que a maior parte da população busca informações quando estão precisando de orientações diagnósticas e de tratamento




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Autismo Nível 2
Autismo Nível 1

Autismo Nível 1 - Leve ou síndrome de Aspeger

O que significa o Autismo Nível 1? É o mesmo que muitos chamam de autismo leve ou ainda de síndrome de Asperger. Nós colocamos dois vídeos para ajudar a entender o que essa especificação significa. O primeiro do canal do Médico Drauzio Varella e o segundo de Lucelmo Lacerda.

Sempre damos prioridade para o que é apontado por médicos e especialistas reconhecidos em todo o Brasil. E preferimos começar com os médicos quando assim é possível, claro, pois é com eles que a maior parte da população busca informações quando estão precisando de orientações diagnósticas e de tratamento



Diagnóstico de autismo, níveis, laudo, carteira de autista e direitos

Qual é a importância do diagnóstico e do laudo médico?

Com o diagnóstico de autismo a família recebe o laudo que traz as informações:

  1. do código do autismo do CID 11. Os planos de saúde e os serviços públicos de saúde utilizam esse código para direcionar o atendimento às pessoas com TEA. Isso inclui as especificações das terapias (e dos terapeutas) que a pessoa passará.

  2. Onde o médico indica quais as terapias às quais a pessoa diagnosticada precisa buscar para conseguir melhores condições de vida para ela própria e, por consequência, para a própria família e a sociedade;

  3. Órgãos públicos de diferentes estados utilizam-se do laudo para a emissão da carteira de autista. Nesses estados, a carteira é utilizada para garantir os direitos das pessoas com TEA. É importante informar que, em alguns estados apenas o laudo emitido por médico do SUS é aceito para a emissão da carteira.
A carteira facilita o reconhecimento da condição autista, substituindo a necessidade de apresentar o laudo médico em diversas situações e locais diferentes. É com ela que pode-se Garante atendimento prioritário e acesso a gratuidade no transporte intermunicipal.

Atenção: No momento atual, o Brasil aguarda a sanção presidencial das leis federais (PL 3749/2020 e PL 2570/2022) para tornar o laudo de autismo com validade permanente. Até que sejam sancionados, a validade do laudo é de seis meses

Com o diagnóstico é possível também identificar o nível de suporte que a pessoa tem.  O vídeo abaixo é justamente sobre isso.
 


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Sobre os vídeos da postagem

O vídeo disposto nessa postagem é de autoria de Lucelmo Lacerda que é um professor, escritor e divulgador científico brasileiro, conhecido por seu trabalho no campo do autismo e educação inclusiva.

Ele é doutor em Educação, pós-doutor em Psicologia e autor de livros como "Transtorno do Espectro Autista: uma brevíssima introdução". Lucelmo é também pai de um autista e, recentemente, também recebeu o diagnóstico de que ele também é autista. Lucelmo é também sócio e fundador da Luna ABA

Não, este blog NÃO TEM nenhum vínculo de quaisquer tipos com a Luna ABA ou com o Lucelmo Lacerda e também NÃO recebemos quaisquer benefícios por citá-los aqui. O fazemos por respeito ao uso dos vídeos. Nós, do Voz Cidadã da UFCG, damos crédito (citação) a quem é de mérito (a quem os merece).

Autismo no DSM-5: entenda as novas regras


 Descrição do vídeo

As mudanças trazidas pelo DSM-5 TR (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – versão revisada) geraram dúvidas em muitos profissionais e famílias, principalmente quando o assunto é o diagnóstico do autismo.

Neste vídeo, o professor Lucelmo Lacerda apresenta os principais pontos dessa atualização, explicando de forma clara o que realmente mudou em relação ao DSM-5, como essas alterações impactam a prática clínica e qual a importância de compreender essas diferenças para um diagnóstico mais preciso. Além disso, Lucelmo relaciona o DSM-5 TR com o CID-11, destaca implicações para políticas públicas e discute novas reflexões sobre características do autismo em meninos e meninas. Confira!

Autismo no DSM-5-TR, o que mudou?

https://rsdjournal.org/index.php/rsd/...

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Conheça nossa Pós Graduação em Intervenção ABA para Autismo e Deficiência Intelectual:

https://cbiofmiami.com/cbi-solidario/...

Professor, pesquisador na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, UNC, Doutor em Educação pela PUC-SP, com Pós Doutorado em Psicologia na UFSCar, psicopedagogo e professor da Especialização do CBI of Miami. Também atuou na formulação de Orientações Específicas para o Público da Educação Especial: Atendimento de Estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) - Parecer 50 do CNE. Além disso, é autor dos livros "Transtorno do Espectro Autista: uma brevíssima introdução" e "Crítica à Pseudociência em Educação Especial".

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DSM-5-TR
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O que é o autismo? Meu filho(a) é autista, e agora? Condições para o diagnóstico do Autismo

Eu recebi o diagnóstico de que meu filho é autista quando ele tinha quase três anos. O médico leu o relatório da escola informando:

  1. que ele não falava tanto quanto os demais de sua idade;
  2. que ele preferia ficar sozinho, isolado das demais crianças;
e eu relatei a ele situações do dia a dia de meu filho que a gente (eu e o pai) tinha percebido, como, por exemplo:
  1. que ele tinha deixado de falar coisas que antes falava;
  2. que ele tinha deixado de comer coisas que antes comia.
É importante que você que está lendo saiba que NÃO é necessário que seu(sua) filho(a) ou filha tenha as mesmas características que o meu para que ele ou ela receba (ou não) o diagnóstico de autismo. Isso ocorre porque, como a sigla TEA resume, é um Transtorno do Espectro Autista. E por "Espectro" leia-se uma variedade enorme de características distintas entre as pessoas com TEA. Irmãos gêmeos autistas podem ter características similares ou completamente distintas entre si. Então, se tem dúvidas se seu filho, filha é ou não autista, procure orientação médica.

Lembre-se: apenas um(a) médico(a) pode diagnosticar o autismo em uma pessoa. Os demais profissionais podem ter certeza, podem elaborar relatórios sobre a criança, mas o DIAGNÓSTICO quem fornece é um médico(a). Inclusive, os médicos podem fazer uso desses relatórios para embasar os diagnósticos.

Meu filho(a) é autista, e agora?

Eu me perguntei muito isso no início: meu filho é autista, e daí?

Antes que eu responda a minha própria pergunta, preciso informar:

Autismo NÃO é doença. 

O Autismo é uma condição do neurodesenvolvimento ou uma característica neurológica permanente, que afeta a forma como o cérebro se desenvolve e funciona, impactando a comunicação, interação social e padrões de comportamento desde a infância.

Agora, sim, respondendo a minha própria pergunta... 

Daí que, se a  pessoa que recebe o diagnóstico é criança, pode-se buscar orientação sobre terapias destinadas a sanar possíveis deficiências.

Se pessoa que recebe o diagnóstico é adulta, pode-se buscar orientações de profissionais para auxiliar em possíveis situações da vida da pessoa para que ela possa lidar com elas da melhor forma possível.

Então, para ajudar a entender um pouco mais, coloquei abaixo o um vídeo que ajuda a entender quais são as condições para o diagnóstico de Autismo segundo o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o 5 é sua quinta edição).


 

Qual é a fase conhecida como a primeira infância?

É o período do desenvolvimento que vai do nascimento aos seis anos de idade

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Sobre os vídeos da postagem

Os vídeos dispostos nessa postagem são de autoria de Lucelmo Lacerda que é um professor, escritor e divulgador científico brasileiro, conhecido por seu trabalho no campo do autismo e educação inclusiva.

Ele é doutor em Educação, pós-doutor em Psicologia e autor de livros como "Transtorno do Espectro Autista: uma brevíssima introdução". Lucelmo é também pai de um autista e, recentemente, também recebeu o diagnóstico de que ele também é autista. Lucelmo é também sócio e fundador da Luna ABA

Não, este blog NÃO TEM nenhum vínculo de quaisquer tipos com a Luna ABA ou com o Lucelmo Lacerda e também NÃO recebemos quaisquer benefícios por citá-los aqui. O fazemos por respeito ao uso dos vídeos. Nós, do Voz Cidadã da UFCG, damos crédito (citação) a quem é de mérito (a quem os merece).

Autismo, o que é? O que causa? Qual é o tratamento?

 Autismo é doença? É contagioso? É hereditário? Quais são as causas e o tratamento?



Descrição do vídeo

O Transtorno do Espectro Autista - TEA, ou simplesmente "autismo", é caracterizado no DSM V, explicado no vídeo, assim como a proporção de causa genética e ambiental e também quais os tratamentos indicados.
Esses são alguns links que cito:


Site sobre os genes ligados ao autismo: https://gene.sfari.org/


Maior metanálise da história sobre autismo: https://www.nationalautismcenter.org/...

Revisões Sistemáticas sobre a Integração Sensorial: SCHOEN, Sarah A. et al. A systematic review of ayres sensory integration intervention for children with autism. Autism Research, v. 12, n. 1, p. 6-19, 2019.
SCHAAF, Roseann C. et al. Efficacy of occupational therapy using Ayres Sensory Integration®: A systematic review. American Journal of Occupational Therapy, v. 72, n. 1, p. 7201190010p1-7201190010p10, 2018.

Vídeo sobre as possibilidades de remédios em 2020:    • 3 promessas de remédio para autismo em 202...  


Email para contato: lucelmolacerda@gmail.com
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Facebook: www.facebook.com/prof.lucelmo/



Quadro do Programa do Fantástico sobre o autismo - Todos os episódios


Descrição dos vídeos

O programa Fantástico da Rede Globo de televisão exibiu uma série sobre o autismo há alguns anos. Nós, do Voz Cidadã tentamos repetidas e repetidas vezes encontrar os vídeos dentro do próprio portal daquela emissora, o G1, mas não obtivemos sucesso. Assim, fizemos uma busca pelo conteúdo em outras fontes e o encontramos no Youtube na primeira tentativa de busca. 

O programa fez reportagens sobre o autismo com o médico Dráuzio Varela onde abordam características importantes sobre o TEA (Transtorno do Espectro do Autismo).